GLOTE, no Porto


A GLOTE são encontros quinzenais para petiscar e conversar informalmente. Em cada encontro, três convidados falam durante meia hora cada um sobre projectos e interesses à escolha, e no final há um petisco à venda. A entrada é gratuita e as conversas serão em inglês quando necessário. Na Rua Mouzinho da Silveira, 226, no Porto.

Próxima GLOTE no dia 22 de Outubro, terça-feira, às 19h30:

1. SOOPA

SOOPA é uma plataforma de arte e música proteiforme e multicéfala: um coletivo de artistas e pensadores, um laboratório sonoro e visual e um programador de concertos e performances, com uma atividade de longa data que acontece na sua sede no Porto.

Residência para grupos e projectos que existem num estado de grande porosidade, partilhando visões e métodos recorrentes, SOOPA é um cosmos espectral que trabalha nos seguintes campos: ficção científica caseira, culturas tradicionais fabricadas, mapeamento de territórios invisíveis, selva interior, animismo rádio magnético.

Uma série de entidades, bandas e colaboradores recorrentes operam através desta cosmologia, entre eles: Herzbeat Hotel, Mécanosphère, United Scum Soundclash, HHY & The Macumbas, Beast Box.

Desde 2001 SOOPA dedica-se também à produção e lançamento de música e publicações, à promoção de concertos e conferências, num processo de pesquisa contínuo e multifacetado.

SOOPA orienta-se em torno de Jonathan Saldanha e Filipe Silva.

2. Cantinho das Aromáticas

A empresa Cantinho das Aromáticas fundada em 2002, está sedeada em Vila Nova de Gaia e é uma empresa agrícola, que se dedica à produção de plantas aromáticas, medicinais e condimentares (PAM), bem como outras espécies espontâneas da Flora Ibérica. Aliando os princípios da agricultura biológica aos métodos de produção, afirma-se como a primeira e única do género em Portugal, contando já com uma produção de cerca de 150 espécies e variedades distintas.   

3. Oficina Arara
 
"arena d'artes gráficas e outros movimentos inconclusivos"

Fundanda em 2010 por um grupo de artistas, designers e um engenheiro (Miguel Carneiro, Dayana Lucas, Von Calhau! e Luís Silva), foi projectado como um espaço autónomo e aberto de experimentação em torno da produção de cartazes, livros e outras edições, tentando estabelecer uma relação directa, contínua e ininterrupta entre o acto de desenhar e a impressão de múltiplos. Em 2012, Bruno Borges voou até ao Porto e juntou-se ao bando de psitaciformes meliantes. Uma primavera depois, David Ferreira seguiu-lhe o rasto e juntos viraram a Arara de penas para o ar.